Desafios e Objetivos

A EDL assenta em quatro Áreas de Intervenção estratégicas para o desenvolvimento do território:

Pessoas e Território

Conhecimento e Inovação

Património, Cultura e Ambiente

Transições Digital e Climático-energético-ambiental

ENFOQUE TEMÁTICO

Capital Humano, conhecimento e inovação.
(qualificação, conhecimento, atração de jovens,…)

 

 

 

 

Capital Social e Governança
(organização, novosmodelos,…)

 

 

 

 

 

Economia e emprego

 

 

 

 

 

 

 
Coesão social e territorial
(social, apoio infraestruturas, envelhecimento, tradições e cultura, condições de acesso, igualdade no acesso,…)

 

 

 

 

 

 

Sustentabilidade ambiental e transição energética

DESAFIO

Atração e fixação de pessoas no território;
Qualificação e competências;
Transformação digital da sociedade;

 

 

 

Articulação institucional dos atores;
Redes colaborativas;
Inovação Social;
Participação e empoderamento da população;

 

 

 

Competitividade da economia local,
Bioeconomia sustentável nas fileiras da agricultura
e floresta,
Criação e retenção de valor na economia local;
Qualificação dos serviços de
apoio à atividade económica;
Qualidade do emprego;
Emprego feminino e jovem;
Transformação digital.

 

 

 

 

 

Envelhecimento e isolamento sénior;
Défice de respostas sociais especializadas;
Emprego feminino e jovem;
Inovação Social;
Culturas e Tradições

 

 

 

 

 

Património natural;
Qualidade ambiental e valorização dos recursos naturais; Transição energética Biodiversidade e preservação de recursos

OBJETIVOS

Melhorar as condições de atratividade do território para
atrair e fixar pessoas, designadamente melhorar a
qualidade do emprego e melhorar o bem-estar.
Aumentar níveis de qualificação e de competências
nas áreas de competitividade local.
Gerar competências para a sociedade digital.




Aumentar a participação em estruturas de base local;
Qualificar o Associativismo de base local.
Reforçar e qualificar redes colaborativas.
Qualificar e consolidar a parceria de DLBC.
Promover inovação (social, económica, organizacional,
cultural), capacitando os atores pertinentes.




Melhorar a competitividade dos agentes económicos na escala de micro e de pequena e média empresa, pela qualificação, modernização e inovação.
Estruturar cadeias de valor mais competitivas e geradoras de maior valor acrescentado nos produtos de base local (floresta, produtos agroalimentares e serviços da fileira do turismo).
Gerar competências digitais para empregos em atividades económicas mais exigentes e competitivas.
Melhorar a qualidade do emprego;
Promover e generalizar a participação e acesso aos benefícios da economia digital.
Promover o potencial da bioeconomia, focado na valorização de matérias-primas biológicas e no estabelecimento de novas cadeias de valor envolvendo os setores mais tradicionais da agricultura e floresta.




Promover o envelhecimento ativo e combater o isolamento sénior;
Aumentar e melhorar as respostas sociais nas áreas da saúde mental, deficiência e integração de migrantes;
Melhorar a qualidade dos serviços prestados às populações mais vulneráveis, em especial resposta a focos de pobreza e exclusão- em regime de acolhimento e/ou ao domicílio.
Valorizar e dinamizar os ativos territoriais relacionados com o património histórico e cultural (construído e imaterial) Melhorar a qualificação de atores, individuais e coletivos, para as redes e o associativismo (cívico, cultural, artístico, desportivo), o empreendedorismo e a inovação social.




Assegurar a conservação do património e recursos naturais num quadro de incentivo à valorização económica do mesmo.
Preservar a qualidade ambiental num quadro de valorização do território.
Fomentar e impulsionar a transição energética com base nas características e necessidades da população e da conciliação dos recursos ambientais e naturais.
Promover a biodiversidade aumentando o consumo de
produtos produzidos localmente.